“Imagine-se
cego. Você não pode mais rir da aparência das pessoas. Não pode
criticar o jeito brega que o outro, ou aquele outro se veste. Não pode
mais escolher seu parceiro, ou parceira, pela aparência. Me diga, o que
você valorizaria? Abraços? Beijos? Palavras bonitas? Você pode fazer
tudo isso agora, mas não faz. Porque a sua exibição para a sociedade
tende a ser maior do que você mesmo. Não me contrarie. Quando foi a
última vez que você riu de alguém pelo seu jeito torto de andar? Julgou
porque algo que eles permitiram — Eu disse, permitiram — que você visse,
não o agradou? Teus olhos não podem ser teus inimigos mais sacanas.
Você pode estar perdendo muita coisa, e não sabe.”
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